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A Entrevista de Emprego

job-interviewA entrevista de emprego é um dos principais passos para se conseguir entrar no mercado de trabalho. Embora para algumas pessoas possa parecer fácil se mostrar naturalmente confiante e demonstrar capacidade para o cargo, para a grande maiora dos entrevistados ainda é necessário aprender a se preparar corretamente para uma entrevista de emprego para evitar aqueles erros que podem custar o cargo até mesmo dos mais preparados.

O entrevistador não faz um simples desafio para eliminar candidatos, a necessidade de fazer uma entrevista também está no fato de que ele precisa saber exatamente quem você é, as suas experiências prévias e o que você pode fazer para o desenvolvimento da empresa na qual pretende trabalhar.

Entrevista de Emprego – O Candidato
Saber como se preparar para uma entrevista de emprego é a base para conseguir suprir todas as necessidades do entrevistador e garantir o tão desejado emprego, por isto o Entrevista de Emprego possui diversos artigos com dicas para entrevista de emprego que vão deste a parte da preparação até a perfeita execução de uma entrevista ou de uma dinâmica de grupo.
Muitos candidatos acreditam estar preparados para certa vaga de emprego, porém a dificuldade em demonstrar isto na entrevista faz com que o entrevistador não consiga concluir que o candidato realmente possui as capacidades argumentadas pelo entrevistado. Outros candidatos, apesar de conseguirem se expressar perfeitamente, acabam se esquecendo de pequenos detalhes, a primeira vista não muito importantes, que podem custar a vaga de emprego até mesmo dos mais experientes e preparados.


Aprenda a saber expressar com clareza as suas idéias, dar respostas objetivas e demonstrar sua confiança em uma entrevista de emprego e todas as portas do mercado de trabalho serão abertas para você!


FONTE: http://www.entrevistadeemprego.org

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A Linguagem Corporal na Entrevista de Emprego

linguagem-corporalA linguagem corporal se refere a todas as expressões através dos movimentos, posturas ou gestos que interagem com o receptor da mensagem.
Para ter sucesso em uma entrevista de emprego não é somente necessário se preparar verbalmente, as outras formas de comunicação são tão relevantes para o entrevistador, mesmo que inconscientemente, do que as respostas dadas pelo entrevistado.

Aproximadamente 70% da comunicação humana se baseia em gestos e atitudes corporais, por isso é importante em uma entrevista de emprego que se passe uma imagem positiva através da linguagem corporal. Atráves de gestos e atitudes corporais pode se mostrar confiança, credibilidade e interesse pela empresa em que se está procurando trabalhar. É importante saber usar a linguagem corporal a seu favor, os entrevistadores são treinados para compreender esta linguagem, e através desta poder passar informações que podem não ter sido passadas verbalmente.
Não é possível controlar totalmente a sua linguagem corporal, porém você pode ver abaixo qual a interpretação dada a posturas comuns em entrevistas de empregos.

Corpo Inclinado em Direção a Outra Pessoa: Atitude positiva: demonstra interesse pela outras pessoas e pelo assunto que está sendo discutido na conversação.
Braços Cruzados: Relacionado à postura defensiva, pode identificar que o entrevistado não se sente confortável ou confiante naquele ambiente em que se está fazendo a entrevista. Uma atitude negativa.

Sobrancelhas: É impossível não revelar informações atráves das sobrancelhas, estas podem passar uma atitude postiva quando arqueadas, mostrando interesse, ou quando franzidas podem significar certa dúvida, uma atitude negativa.

Gestos Repetitivos: Fazer gestos repetitivos durante uma entrevista de emprego pode demonstrar ao entrevistador certa ansiedade, mostrando para ele que você quer que a entrevista acabe. Uma atitude negativa.

Gestos com as Mãos e Braços: A utilização destes gestos, sem exagero ou repetição, é uma atitude positiva. Os estudos de linguagem corporal mostram que o uso de tais artifícios indicam que o entrevistado possui convicção naquilo que ele está falando para o entrevistador, utilize este recurso sem exageros para que ele não se transforme em uma atitude negativa como demonstrada na atitude de gesto repetitivo.

Embora seja muito difícil se lembrar de cada uma destas atitudes, é preciso possuir conhecimento destas para não se passar uma imagem negativa. Porém é importante ressaltar que a principal característica procurada pelo entrevistador é a naturalidade, procure não se atar somente as recomendações deste artigo e tente adaptá-las as suas atitudes já utilizadas previamente.

Fonte: http://www.entrevistadeemprego.org/a-linguagem-corporal-na-entrevista-de-emprego/

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Fofoca no mundo corporativo: como se livrar delas!

comportamento trabalhoPouco importa se o agrupamento é profissional, religioso, social ou doméstico, o fato é que as pessoas adoram falar umas das outras.

Há quem diga que fofoca "combina" com café, bolo de fubá, cerveja, cachaça, vinho e tudo mais. Quem gosta de falar de algo alheio sempre vai encontrar algo que combine. Isso todo mundo sabe.

O que as pessoas não sabem, ou preferem ignorar, é que a fofoca traz dor e sofrimento que, em muitos casos, resultam em doenças cardíacas, úlceras gástricas, distúrbios do sono, síndrome do pânico, e muitas das chamadas "doenças da alma", como depressão, melancolia e tristeza.
Pessoas que gostam de falar e de ouvir sobre a vida alheia não param pra pensar que as pessoas que são alvos de fofoca sentem-se expostas e desqualificadas, envergonhadas.
No ambiente de trabalho, a fofoca é responsável por inúmeros conflitos, como: queda de produtividade; perda de credibilidade profissional; demissão; e até mesmo pela indenização por responsabilidade civil e criminal decorrente dos danos materiais e morais sofridos por quem foi alvo de fofocas.

Lembro-me bem do caso de um cliente. Na ocasião me disse que, apesar da indenização em dinheiro determinada pelo juiz ter sido bem significativa, ela jamais lhe devolveria os anos deixados de viver por conta dos abalos emocionais causados pela vergonha que sentiu em razão das fofocas que o envolveram na empresa.

Fazer fofoca não é "normal", não é engraçado, não é bom, não é brincadeira e não deve ser um passatempo. Por isso, confira cinco dicas de como acabar com a fofoca nas empresas:
Não ouvir - Quando ouvimos algo, ficamos logo tentados a passar adiante, nem que seja para dizer que não concordamos. Então, quando um colega de trabalho chegar perto de você na hora do café, no banheiro, e até mesmo no happy hour e lhe disser o clássico "Você já sabe da última?", responda com seu melhor sorriso: "Não, e nem quero saber. Por favor, não me conte". Se a pessoa insistir, deixe-a falando sozinha e vá embora, mude de lugar, sei lá.

Não revelar - Se, em razão do seu cargo ou do seu convívio, você ficou sabendo de algum fato relacionado a alguém, não conte para ninguém. E, ninguém significa nenhuma pessoa. Sem exceção!
Não passe adiante - Quando você ficou sabendo de uma fofoca, mesmo sem querer, é o momento de se calar. Conhece as três peneiras de Sócrates? Então, só comente, ou só fale ao outro aquilo que for bom, útil e necessário. Se o assunto não passar por essas três peneiras, fique de boca fechada. Sua integridade, sua consciência e sua imagem profissional agradecem!

Não se omita - Sempre que souber de uma fofoca, trate de esclarecer o fato com a pessoa envolvida. E não pense que isso significa se meter onde não é chamado, porque se você ficou sabendo do assunto significa que você já está envolvido. Logo, para quê tentar esconder o sol com a peneira? Procure logo o alvo da fofoca e abra o jogo.

Não se comprometa - Vira e mexe alguém nos aborda e pergunta: o que aconteceu na reunião? Você sabe o que está rolando com o fulano de tal? E você, delicadamente, olha seu interlocutor curioso bem nos olhos e pergunta, sorrindo: por que você quer saber? Se ele responder, "Por nada". Então lhe diga, "Então, não há porque saber". Mas se ele responder, "É que o pessoal esta comentando...", responda-lhe: um bom motivo para ficarmos calados, pois comentários não são bons para a reputação de ninguém. Depois mude de assunto ou se despeça com um "Passe bem". Sempre sorrindo, amavelmente.


Da próxima vez que você for buscar um cafezinho no meio do expediente, lembre-se de ter uma piada para contar aos colegas e, com isso, evitar as fofocas e alegrar o ambiente.

Por Marisol Camarinha

Fonte: www.rh.com.br

 

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Competências profissionais essenciais no século XXI

155013399Estamos vivendo um momento, na história da humanidade, com inúmeros acontecimentos inovadores e simultâneos ao redor do mundo que causam um tremendo impacto na vida dos profissionais de qualquer nacionalidade e região. Temos visto o aumento significativo de profissionais aventureiros, cruzando fronteiras em busca de melhores oportunidades devido às crises econômicas, às catástrofes, às guerrilhas ou simplesmente às novas possibilidades do mercado global. O aumento do numero de estrangeiros trabalhando no Brasil é surpreendente.

Este novo contexto empurra os profissionais para fora de sua "zona de conforto", porque na realidade o risco está justamente em "acomodar" e achar que as coisas são como sempre foram e continuarão sendo. Portanto, nos dias atuais, os profissionais precisam estar em constante movimento e desenvolvendo competências que garantam sua relevância profissional. Gostaria de destacar algumas competências que considero indispensáveis para o profissional deste tempo:

1. Conhecimento tecnológico e de novas tendências - Com a avalanche de novos produtos que têm sido disponibilizados para tornar as empresas cada vez mais inovadoras e eficazes em seus serviços e produtos, é preciso estar literalmente "antenado" para conhecer e utilizar estas novas tecnologias. Não basta, por exemplo, ter experiência de vários anos como garçom, quando se pretende trabalhar em um restaurante que utiliza novas tecnologias na execução dos pedidos dos clientes. Se não souber utilizar as ferramentas disponíveis, fatalmente perderá a vaga para outro profissional mais preparado.

2. Aprendizado contínuo - A empregabilidade dependerá também desta capacidade de se atualizar constantemente e fazer uma gestão consciente do conhecimento. Na Era da Informação, o conhecimento tornou-se absolutamente acessível com inúmeros cursos e graduações online, inclusive com valores mais baixos. Além dos vários cursos gratuitos disponibilizados por instituições sérias, como o SEBRAE e a FVG. Aprender é vital para a sobrevivência no mercado de trabalho. É preciso analisar coerentemente quais são os desafios futuros na caminhada profissional para se antecipar no aprendizado, criando diferenciais competitivos. Aprender novas línguas? Tecnologias? Pós-graduação? Agregar novas competências é fundamental!

3. Relacionamento interpessoal - O ambiente corporativo é composto por pessoas com diferentes culturas familiares, regiões e, cada vez mais, estrangeiros compartilhando os mesmos projetos. A capacidade de se relacionar bem com as pessoas torna o clima organizacional agradável, cria sinergia na equipe e possibilita um ambiente de brainstorming e trocas saudáveis de ideias. O bom relacionamento interpessoal é fruto de uma boa comunicação, postura profissional adequada, integridade, educação e respeito ao próximo. Está diretamente relacionado à atitude pessoal no local de trabalho. As estatísticas mostram que a maioria das pessoas é contratada por suas competências técnicas e demitida por suas competências comportamentais.

4. Visão global - A interatividade possibilitada pela internet está tornando as fronteiras cada vez menos distantes e realmente transformando o mundo em uma "aldeia global". Acontecimentos em países distantes geograficamente possuem um impacto tremendo em outras partes do mundo. O mercado mundial está completamente conectado e integrado fazendo com que alterações econômicas, políticas, sociais ou climáticas tenham influencias além do próprio país. É preciso enxergar mais do que o escritório, cidade ou país para antecipar possíveis mudanças, ameaças ou oportunidades profissionais.

5. Automotivação - O entusiasmo pessoal é fundamental para o desenvolvimento profissional contínuo. O profissional que se mantém motivado de "dentro para fora" possui muito mais comprometimento com sua profissão, pois possui antes de tudo um compromisso pessoal de crescimento e alcance de metas. Nem sempre o ambiente ao redor proporcionará ânimo e motivação aos colaboradores, portanto ser automotivado é um dos primeiros passos para estar acima da mediocridade, acima da média.

6. Equilíbrio emocional - O ambiente profissional está cada vez mais desafiador, com mudanças aceleradas, pressões externas, altamente competitivo e sem a antiga "zona de conforto". Tudo ao redor está em constante transformação e movimento. Não basta ter uma excelente formação acadêmica se o emocional estiver em desequilíbrio, pois é imprescindível manter a calma e saber administrar as emoções para lidar com as pessoas e as decisões. Muitas empresas, no processo seletivo para uma vaga, têm criado simulações de pressão ou tensão para ver a reação dos candidatos. Portanto, no gerenciamento de carreira é preciso focar não apenas na parte intelectual, mas priorizar o bem-estar emocional procurando manter uma boa rotina de lazer, exercícios físicos e alimentação saudável.

7. Inovação - A capacidade de inovar e "pensar fora da caixa" é de fato uma competência muito procurada pelas empresas do século XXI. O profissional que consegue criar novas alternativas no ambiente de trabalho apresenta comprometimento, conhecimento dos processos e habilidade de enxergar soluções. A inovação também é fruto de pessoas que questionam, duvidam, que não se conformam e estão sempre à busca de novos caminhos e possibilidades. Estes profissionais garantem os diferenciais competitivos das empresas e, portanto, são muito valorizados.

Por Dany Novaes

Fonte: www.rh.com.br

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